ESPACIO DE EXPRESIÓN PLÁSTICA
SEGÚN LA COMISIÓN DE EDUCACIÓN Y ARTE- 2005-2007, LA EDUCACIÓN ARTÍSTICA EN EL URUGUAY DEBE ALCANZAR MAYORES NIVELES DE COBERTURA, CALIDAD Y EQUIDAD, ES IMPRESCINDIBLE EN LA FORMACIÓN INTEGRAL Y LA SISTEMATIZACIÓN DE SU PRÁCTICA ES FUNDAMENTAL PARA LA ESTIMULACIÓN DE LA CREATIVIDAD, SENSIBILIDAD Y PERCEPCIÓN. SE DEBE PROMOVER LA INVESTIGACIÓN EN ESTE CAMPO Y EL BLOG TIENE LA INTENCIÓN DE RECIBIR APORTES DE EDUCADORES, ARTISTAS PLÁSTICOS Y USUARIOS CON ESTA MISMA INQUIETUD.
miércoles, 16 de enero de 2013
ENTRE LO UNIVERSAL Y LO PARTICULAR
Para Deleuze e Guatarri (1992, p. 214) a exigência é que a obra de arte deve “ficar em pé sozinha”, deve ter vida própria, de forma que o corpo de sensações logre conservar-se a si mesmo. A sensação estética corresponde a um devir, um tornar-se o outro abandonando às condições próprias para ingressar num outro mundo.
No contato com os perceptos ou forças expressivas que se apresentam numa obra criativa, o espectador, ouvinte, leitor é transportado pelas linhas de fuga dos fluxos que correspondem aos afetos. As forcas criativas são instâncias responsáveis por desencadear sensações nos seres humanos que entram em contato com a obra que é a expressão criadora de um sujeito.
Na arte se pode fixar passagens de vida e fazer “monumentos” - marcos estéticos como paisagens ou devires, que são visões ou sensações derivadas de diversas possibilidades existenciais. Assim, os pensamentos e expressões dos artistas são transfigurados pela imaginação para ser moldados ou transformados num “belo estilo”. Com efeito, existe uma manifestação do criador que acaba se tornando independente dele pela disposição e o caráter do criado que logra conservar-se em si. O “monumento” pode ser a expressão tangível de permanência, de continuidade apartada das contingências temporais e essa imobilidade e limitação onde se situa a Figura estética, reforça a perenidade do poder hegemônico toda vez que também unifica a diversidade interna do corpo social do qual deriva o processo criativo.
Recomenzando y reflexionando
Como expressa Castoriadis na ”Instituição Imaginaria da sociedade”:
“Tudo o que se nos apresenta, no mundo social-histórico, está indissociavelmente entrelaçado com o simbólico. Não que se esgote nele. Os atos reais, individuais ou coletivos [...]não são símbolos.Mas uns e outros são impossíveis fora de uma rede simbólica”
A linguagem forma parte do simbólico, mas também as instituições têm uma carga simbólica e só podem existir na linguagem. A família, o grupo, a comunidade, no caso do filme a tribo, permanecem socialmente como sistemas simbólicos coletivos reconhecidos por os participantes. Os integrantes ligam os símbolos ao significante com sentido: representações, ordens, imposições ou obrigações, conseqüências e significações na acepção ampla dos termos. Dessa forma eles adquirem um valor e servem de trama para a sociedade, o grupo ou a tribo.
sábado, 24 de diciembre de 2011
miércoles, 11 de mayo de 2011
RECOMENZANDO EN EL ARTE Y LA VIDA
martes, 1 de marzo de 2011
Los jóvenes y el trabajo
el 15 de octubre de 2010 se realizó el 2º coloquio binacional "Los jóvenes y el trabajo". Los organizadores fueron CECAP Rivera, CEPE Rivera, DINAE y el Núcleo de Estudios Fronterizos-UFPEL.
Se presentaron las situaciones de los jóvenes que desean trabajar en la Frontera de la Paz y como resúmen hacemos nuestras las palabras de Gonzalo Aranago (1931-1976):
El pueblo Muisca
Éramos dioses y nos volvieron esclavos.
Éramos hijos del Sol y nos consolaron con medallas de lata.
Éramos poetas y nos pusieron a recitar oraciones pordioseras.
Éramos felices y nos civilizaron.
Quién refrescará la memoria de la tribu.
Quién revivirá nuestros dioses.
Que la salvaje esperanza sea siempre tuya,
querida alma inamansable.
Se presentaron las situaciones de los jóvenes que desean trabajar en la Frontera de la Paz y como resúmen hacemos nuestras las palabras de Gonzalo Aranago (1931-1976):
El pueblo Muisca
Éramos dioses y nos volvieron esclavos.
Éramos hijos del Sol y nos consolaron con medallas de lata.
Éramos poetas y nos pusieron a recitar oraciones pordioseras.
Éramos felices y nos civilizaron.
Quién refrescará la memoria de la tribu.
Quién revivirá nuestros dioses.
Que la salvaje esperanza sea siempre tuya,
querida alma inamansable.
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