miércoles, 16 de enero de 2013

ENTRE LO UNIVERSAL Y LO PARTICULAR

Para Deleuze e Guatarri (1992, p. 214) a exigência é que a obra de arte deve “ficar em pé sozinha”, deve ter vida própria, de forma que o corpo de sensações logre conservar-se a si mesmo. A sensação estética corresponde a um devir, um tornar-se o outro abandonando às condições próprias para ingressar num outro mundo.
No contato com os perceptos ou forças expressivas que se apresentam numa obra criativa, o espectador, ouvinte, leitor é transportado pelas linhas de fuga dos fluxos que correspondem aos afetos. As forcas criativas são instâncias responsáveis por desencadear sensações nos seres humanos que entram em contato com a obra que é a expressão criadora de um sujeito.
Na arte se pode fixar passagens de vida e fazer “monumentos” - marcos estéticos como paisagens ou devires, que são visões ou sensações derivadas de diversas possibilidades existenciais. Assim, os pensamentos e expressões dos artistas são transfigurados pela imaginação para ser moldados ou transformados num “belo estilo”. Com efeito, existe uma manifestação do criador que acaba se tornando independente dele pela disposição e o caráter do criado que logra conservar-se em si. O “monumento” pode ser a expressão tangível de permanência, de continuidade apartada das contingências temporais e essa imobilidade e limitação onde se situa a Figura estética, reforça a perenidade do poder hegemônico toda vez que também unifica a diversidade interna do corpo social do qual deriva o processo criativo.

Recomenzando y reflexionando

Como expressa Castoriadis na ”Instituição Imaginaria da sociedade”: “Tudo o que se nos apresenta, no mundo social-histórico, está indissociavelmente entrelaçado com o simbólico. Não que se esgote nele. Os atos reais, individuais ou coletivos [...]não são símbolos.Mas uns e outros são impossíveis fora de uma rede simbólica” A linguagem forma parte do simbólico, mas também as instituições têm uma carga simbólica e só podem existir na linguagem. A família, o grupo, a comunidade, no caso do filme a tribo, permanecem socialmente como sistemas simbólicos coletivos reconhecidos por os participantes. Os integrantes ligam os símbolos ao significante com sentido: representações, ordens, imposições ou obrigações, conseqüências e significações na acepção ampla dos termos. Dessa forma eles adquirem um valor e servem de trama para a sociedade, o grupo ou a tribo.

miércoles, 11 de mayo de 2011

RECOMENZANDO EN EL ARTE Y LA VIDA

Este blog se ha mudado para Salvador, Bahía, en próximoas entregas haremos algunos aportes...Aguarden

martes, 1 de marzo de 2011

Los jóvenes y el trabajo

el 15 de octubre de 2010 se realizó el 2º coloquio binacional "Los jóvenes y el trabajo". Los organizadores fueron CECAP Rivera, CEPE Rivera, DINAE y el Núcleo de Estudios Fronterizos-UFPEL.
Se presentaron las situaciones de los jóvenes que desean trabajar en la Frontera de la Paz y como resúmen hacemos nuestras las palabras de Gonzalo Aranago (1931-1976):
El pueblo Muisca

Éramos dioses y nos volvieron esclavos.
Éramos hijos del Sol y nos consolaron con medallas de lata.
Éramos poetas y nos pusieron a recitar oraciones pordioseras.
Éramos felices y nos civilizaron.
Quién refrescará la memoria de la tribu.
Quién revivirá nuestros dioses.
Que la salvaje esperanza sea siempre tuya,
querida alma inamansable.