miércoles, 16 de enero de 2013

ENTRE LO UNIVERSAL Y LO PARTICULAR

Para Deleuze e Guatarri (1992, p. 214) a exigência é que a obra de arte deve “ficar em pé sozinha”, deve ter vida própria, de forma que o corpo de sensações logre conservar-se a si mesmo. A sensação estética corresponde a um devir, um tornar-se o outro abandonando às condições próprias para ingressar num outro mundo.
No contato com os perceptos ou forças expressivas que se apresentam numa obra criativa, o espectador, ouvinte, leitor é transportado pelas linhas de fuga dos fluxos que correspondem aos afetos. As forcas criativas são instâncias responsáveis por desencadear sensações nos seres humanos que entram em contato com a obra que é a expressão criadora de um sujeito.

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